10 de janeiro de 2011

Criança de quatro anos vence batalha contra câncer de mama

Aleisha Hunter é a pessoa mais jovem a ser diagnosticada com a doença.
História da canadense foi contada pelo jornal britânico 'Daily Mail'.

Do G1, em São Paulo*

Aleisha câncer mama 2Aleisha Hunter, hoje com 4 anos de idade.
(Foto: Worldwide Features / Barcroft Media /
Getty Images)
A canadense Aleisha Hunter, hoje com 4 anos de idade, se recuperou totalmente após dois anos de tratamento contra um câncer de mama. Moradora na cidade de Toronto, a menina é a pessoa mais jovem a ser diagnosticada com a doença.
A história começou quando a garota começou a ter inchaços no peito, em dezembro de 2008. A mãe, Melanie, descobriu um caroço do tamanho de uma vagem no local, após um banho. À época, Aleisha ainda não havia completado três anos de idade.
Em janeiro de 2009, o inchaço aumentou, gerando uma pequena esfera de 2 cm, que impedia Aleisha de dormir, tamanha a dor.
Após o diagnóstico de câncer, uma mastectomia - cirurgia para remoção das mamas - foi feita e a garota teve 16 nódulos linfáticos retirados de seu corpo. O procedimento foi bem sucedido, o câncer foi removido e o tratamento dispensou o uso de quimioterapia e radioterapia. A garota saiu do hospital após três dias da operação.
"Eu sei que eu tive câncer no meu peito e que os médicos me fizeram melhorar", diz Aleisha, ao jornal britânico "Daily Mail". "Sei que a doença pode fazer algumas pessoas irem para o céu, mas eu estou melhor agora."
Aleisha câncer mama 1Durante a recuperação da cirurgia, Aleisha contou com a companhia de seu ursinho de pelúcia chamado Ash. Na foto, o 'parceiro' está com uma máscara. (Foto: Worldwide Features / Barcroft Media / Getty Images)
A médica responsável pela cirurgia, Nancy Down, afirmou nunca ter visto um caso parecido em 25 anos de profissão. "É o caso mais jovem conhecido no mundo", disse a especialista. Os médicos acreditam que o câncer não irá retornar, mas Aleisha passará por check ups constantes nos próximos anos e por uma cirurgia para reconstrução dos seios quando chegar à adolescência.
O câncer de mama é raro em crianças pois há pouco tecido no local e os hormônios femininos ainda não se manifestaram. O risco aumenta com a chegada da puberdade, mas afeta normalmente mulheres com mais de 30 anos. Antes de Aleisha, a pessoa mais jovem a ser diagnosticada era Hannah Powell-Auslam, que soube da doença quando tinha apenas 10 anos, em 2008.
*Com informações do Daily Mail

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/01/crianca-de-quatro-anos-vence-batalha-contra-cancer-de-mama.html

1 de dezembro de 2010

Digital Death




Lady Gaga e famosos 'morrem' na internet para ajudar campanha contra AIDS.

Lady Gaga e famosos 'morrem' na internet para ajudar campanha contra AIDS

A ideia é promover 'a morte' dos famosos nas redes sociais para promover os anúncios

Foto: Divulgação
Tenista Serena Williams dentro de um caixão 

Redação CORREIO
 
Diversas celebridades estão participando de uma campanha contra a AIDS da 'Keep a Child Alive'. A intenção é ajudar crianças portadoras do vírus. As imagens das peças publicitárias são personalidades aparecendo maquiadas, dentro de caixões.
A ideia é promover 'a morte' dos famosos nas redes sociais para promover os anúncios. Ou seja, todos só voltarão para a internet depois de chegarem ao objetivo de arrecadar US$ 1 milhão. A campanha foi idealizada pela cantora Alicia Keys.
Serena Williams, Lady Gaga, Kim Kardashian, Justin Timberlake, Jennifer Hudson, Khloe Kardashian (esposa do jogador de basquete Lamar Odom) e Elijah Wood. As celebridades só voltarão à internet apenas após a campanha atingir esta marca. 
Veja mais imagens da campanha:





Artistas participam de campanha contra a AIDS idealizada por cantora americana


Fonte :http://www.correio24horas.com.br/noticias/detalhes/detalhes-2/artigo/lady-gaga-e-famosos-morrem-na-internet-para-ajudar-campanha-contra-aids/

 

ONU homenageia Lula com prêmio por luta contra a aids

01 de dezembro de 2010 • 15h22 • atualizado às 17h10 

                                   Lula recebeu uma homenagem da ONU por luta contra a aids
                                                Foto: Ricardo Stuckert/PR/Divulgação

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta quarta-feira um prêmio da Organização das Nações Unidas (ONU) pelo papel de seu governo no combate a aids. Para Lula, a doença está "estabilizada" no Brasil, embora afete cerca de 630 mil pessoas. A cerimônia faz parte da comemoração do dia internacional da luta contra a doença.
Ao receber o prêmio do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/aids (Unaids) para a Liderança, Lula fez referência à África, o continente que apresenta o maior número de casos da doença e pediu uma "especial atenção".
"O combate à aids, à fome e à miséria são passos necessários e fundamentais para o surgimento de uma nova África, mais justa e igualitária", disse o presidente. Lula citou os programas existentes no Brasil contra a doença, e criticou os "modelos de propriedade intelectual" que preservam as patentes dos remédios e criam "obstáculos que impedem muitos países pobres de oferecer os tratamentos".
O governante também fez um apelo para o fim do preconceito e manifestou "solidariedade às 33 milhões de pessoas no mundo que vivem com HIV". O Ministério da Saúde aproveitou a cerimônia para anunciar uma nova campanha de prevenção, dirigida a jovens de 15 a 24 anos.
Os dados apresentados apontam que, entre 2008 e 2009, o número de casos novos registrados no Brasil passou de 37.465 para 38.538, com um total de cerca de 630 mil contaminados, uma taxa de incidência de 20,1 para cada 100 mil habitantes.
Lula recebeu uma medalha - elaborada pelo artista britânico David Poston em madeira e diversos metais - do diretor-executivo da Unaids, Michel Sidibé, que qualificou o presidente como "uma inspiração na luta contra a aids".
Sidibé avaliou o "compromisso" do Brasil nesse combate, assim como sua decisão de "enfrentar grandes laboratórios na luta pelo direito de fabricar remédios", quebrando as patentes de empresas multinacionais. Além disso, o diretor-executivo também citou como exemplo uma fábrica de medicamentos retrovirais que será instalada em Moçambique com apoio brasileiro e servirá para melhorar o atendimento à doença em toda África.
"Esses tipos de ações constituem uma liderança transformadora", afirmou Sidibé, que disse que atualmente 50 países mantêm campanhas de distribuição gratuita de preservativos inspirados em um modelo de prevenção que o Brasil aplica há mais de 10 anos.
Neste ano, o Brasil foi o primeiro país das Américas a ser escolhido para sediar as celebrações do Dia Mundial de Luta contra a aids. Ao agradecer a escolha, Lula afirmou que o êxito do País se deve "a atuação incansável dos profissionais e gestores da saúde e à militância dos inúmeros grupos da sociedade civil que defendem os direitos dos portadores de HIV".

Fonte : http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4821501-EI7896,00-             ONU+homenageia+Lula+com+premio+por+luta+contra+a+aids.html

AIDS

                        

                                                  Para maiores informações entre no site:

                                                                       http://www.aids.gov.br/

Formas de infecção do HIV/aids e hepatites virais


HIV/aids

Como o HIV, vírus causador da aids, está presente no sangue, sêmen, secreção vaginal e leite materno, a doença pode ser transmitida de várias formas:
  • Sexo sem camisinha. Por ser vaginal, anal ou oral.
  • De mãe infectada para o filho durante a gestação, o parto ou a amamentação.
  • Uso da mesma seringa ou agulha contaminada por mais de uma pessoa.
  • Transfusão de sangue contaminado com o HIV.
  • Instrumentos que furam ou cortam, não esterilizados.
Evitar a doença não é difícil. Basta usar camisinha em todas as relações sexuais e não compartilhar seringa, agulha e outro objeto cortante com outras pessoas. O preservativo está disponível na rede pública de saúde. Caso não saiba onde retirar a camisinha, ligue para o Disque Saúde (0800 61 1997).

Hepatites virais
Quanto às formas de contágio, as hepatites virais podem ser classificadas em dois grupos:
  • fecal-oral (vírus A e E): a contaminação depende de condições de saneamento básico e água, além de higiene pessoal e dos alimentos;
  • sanguínea (vírus B, C e D): assim como o HIV, a transmissão pode ocorrer pelo sexo desprotegido; ao compartilhar seringas, agulhas, lâminas de barbear, alicates de unha ou outros objetos que furam ou cortam; ou de mãe para filho durante a gravidez, o parto e a amamentação.

                              Fonte:    http://www.aids.gov.br/pagina/formas-de-contagio

Informe-se

O que é HIV


HIV é a sigla em inglês do vírus da imunodeficiência humana. Causador da aids, ataca o sistema imunológico, responsável por defender o organismo de doenças. As células mais atingidas são os linfócitos T CD4+. E é alterando o DNA dessa célula que o HIV faz cópias de si mesmo. Depois de se multiplicar, rompe os linfócitos em busca de outros para continuar a infecção.
Ter o HIV não é a mesma coisa que ter a aids. Há muitos soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a doença. Mas, podem transmitir o vírus a outros pelas relações sexuais desprotegidas, pelo compartilhamento seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez e a amamentação. Por isso, é sempre importante fazer o teste e se proteger em todas as situações.
Biologia – HIV é um retrovírus, classificado na subfamília dos Lentiviridae. Esses vírus compartilham algumas propriedades comuns: período de incubação prolongado antes do surgimento dos sintomas da doença, infecção das células do sangue e do sistema nervoso e supressão do sistema imune.

O que é aids

A aids é o estágio mais avançado da doença que ataca o sistema imunológico. A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, como também é chamada, é causada pelo HIV. Como esse vírus ataca as células de defesa do nosso corpo, o organismo fica mais vulnerável a diversas doenças, de um simples resfriado a infecções mais graves como tuberculose ou câncer. O próprio tratamento dessas doenças fica prejudicado.
Há alguns anos, receber o diagnóstico de aids era uma sentença de morte. Mas, hoje em dia, é possível ser soropositivo e viver com qualidade de vida. Basta tomar os medicamentos indicados e seguir corretamente as recomendações médicas.
Saber precocemente da doença é fundamental para aumentar ainda mais a sobrevida da pessoa. Por isso, o Ministério da Saúde recomenda fazer o teste sempre que passar por alguma situação de risco e usar sempre o preservativo.

                                          Fonte:        http://www.aids.gov.br/pagina/aids